Almoço da Paz - Porto

Com animação cultural
e intervenção de José António Gomes (escritor)
23 de Fevereiro 2019 12h30
Restaurante Garrett
Rua dos Fenianos Portuenses (ao lado da CMP)

Com animação cultural
e intervenção de José António Gomes (escritor)
23 de Fevereiro 2019 12h30
Restaurante Garrett
Rua dos Fenianos Portuenses (ao lado da CMP)

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) defende o legítimo direito dos povos a decidirem soberanamente o seu rumo de desenvolvimento – um direito consagrado na Carta das Nações Unidas e no Direito Internacional –, uma sua posição de sempre que é tão mais importante reafirmar no momento em que se intensifica uma aberta e descarada ameaça, a pressão, a chantagem, o bloqueio e a interferência sobre a República Bolivariana da Venezuela, que visa atingir e agravar as condições de vida do seu povo.
O não reconhecimento do Presidente democraticamente eleito da Venezuela, Nicolás Maduro, é mais um episódio do longo processo de ingerência e desestabilização promovido e levado a cabo pelos Estados Unidos da América e pela oligarquia venezuelana e que dura há 20 anos, tantos quantos tem a Revolução Bolivariana – o golpe de Estado contra o Presidente Hugo Chávez em 2002, a sabotagem da empresa estatal de petróleo PDVSA, o terrorismo, o bloqueio e as sanções económicas e diplomáticas foram e são métodos utilizados para dificultar a acção e, se possível, derrubar o poder bolivariano, as instituições legítimas do país, sufragadas democraticamente ao longo de 20 anos.

E todos os outros prisioneiros políticos palestinos encarcerados nas prisões israelitas
Quando se assinalam 17 anos sobre a prisão por Israel do deputado palestino Ahmad Sa’adat, perpetrada a 15 de Janeiro de 2002, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a exigência da sua libertação, assim como da libertação de todos os outros presos políticos palestinos – mais de 5000, muitos dos quais crianças – encarcerados nas prisões israelitas .
Ahmad Sa’adat, eleito secretário-geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP) após o assassinato, por Israel, do seu antecessor, Abu Ali Mustafa, foi julgado por Israel pelo seu papel de liderança na legítima resistência palestina à ilegal e brutal ocupação israelita.

Tendo em conta o Apelo na defesa da Paz, as organizações e entidades promotoras do Encontro pela Paz que se realizou a 20 de Outubro, em Loures, convidam à participação e divulgação da sessão que vai decorrer no próximo dia 23 de Janeiro, pelas 18 horas, na Casa do Alentejo, sobre a Paz e os Direitos Humanos, no quadro do 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem.
Num momento particularmente complexo como o que estamos a viver, a sua participação é particularmente importante para juntarmos as nossas vozes na defesa da paz e na denúncia das ameaças aos direitos e à dignidade humana, das ingerências e atropelos ao direito soberano e à independência dos povos pondo em causa a paz.
Pela Paz, todos não somos demais.